Vampiro Landgruber de Lioncurt
Foi criado por Ancestrais dos vampiros 05.05.2007 às 17:39:34
Clã:
Descrição da personagem
O homem vive na obscuridade devido à prepotência e ignorância de poucos que se consideram donos da verdade.
Crêem em lendas e mitos pois são suas únicas fontes de informação, se lhes fosse revelada a verdade que hoje é escondida em mosteiros e catedrais trancados a sete chaves seríamos melhor compreendidos e a perseguição que sempre nos foi movida certamente cessaria. Mas as autoridades se consideram no direito de manipular a palavra do tão bondoso Deus em prol da ordem e do poder, e muita coisa é omitida ou distorcida à humanidade, que por um capricho de seu criador segue à própria sorte em busca desse conhecimento precioso e trancafiado em catacumbas.
Não apenas sobre nós, seres das trevas, referem-se tais escrituras, mas sobre coisas que desestruturariam os alicerces da atual civilização. Mas interesso-me pela minha verdade e a dos da minha espécie e é sobre ela que escrevo.
Quando do desentendimento ocorrido no início dos tempos entre o criador de tudo e todos, o poderoso Deus e o anjo por ele criado, Lúcifer, já nos fazíamos presentes no plano astral, estando no mesmo patamar do anjo rebelde, aquele que, por ganância e até mesmo inocência, decidimos seguir, seduzidos pelas promessas de vitória, com a qual ganharíamos poder e liberdade nunca imaginados. Escolhemos nosso lado na batalha celeste, infelizmente o lado não era o correto, e aprendemos isso ainda hoje.
Éramos algumas centenas a seguí-lo nesse intuito ridículo de sermos senhores de si próprios e do nosso destino, nos julgamos poderosos o bastante para destronar o grande criador... hoje sei o quanto fui idiota em imaginar tal possibilidade, pena na época não ter o conhecimento que hoje tenho.
Mas fomos mais adiante ainda em nossas atitudes idiotas...
Ao ser derrotado e banido do reino de luz e paz eterna, Lúcifer foi arremessado ao covil dos planos inferiores, de onde raramente pode se retirar e de onde se tornaria senhor. O bondoso Deus nos perdoara pois sabia de quão iludidos fomos, de nossa ingenuidade, e decidiu esquecer o que havíamos feito, ou tentado fazer, pois no final de nada fomos capazes contra ele, e permitiu que seguíssemos nossa existência normalmente. Mas nós, os que hoje são denominados vampiros, renegamos esse perdão em nome de nossa lealdade à Lúcifer, nosso irmão astral, não percebemos que estávamos errados e jurando lealdade à ele, sendo com isso expulsos do reino da luz e paz eterna. Ao batermos aos portões do reino de Lúcifer, o que chamam de Inferno, fomos barrados por ele, pois o príncipe das trevas, o irmão a quem éramos leais, não desejava em seu reino anjos fracos e sem poder, alegava ter sido derrotado devido à nossa fraqueza e covardia e não pelo poder infinito do criador, expulsando-nos assim de seu reino e nos amaldiçoando pelo seu próprio erro, que jogava em nossas costas.
Passamos a vagar pelo plano terrestre, em nossa forma hedionda, nos atribuída por Lúcifer como castigo por sua derrota, e ignorados por Deus, que teve em troca do amor que a nós dispensou apenas a indiferença, ainda hoje dou-lhe total razão sob certos aspectos. Sem rumo, sem perspectivas, sem sonhos, a não ser existir dia após dia, esse era nosso destino.
Tomados pela loucura diante de tão terrível situação, alguns irmãos deram cabo à própria existência, pensando assim voltarem ao reino da luz e paz eternas, mas estavam enganados, com isso arremessaram-se ao tormento eterno do qual nenhum dos como eu pôde sair uma vez ter entrado.
A raça humana já habitava o planeta, em seus primórdios de civilidade, e devido à nossa aparência e poder diferenciados dos deles, fomos considerados deuses, alguns mais ferozes, selvagens, outros mais dóceis e racionais, cada um a seu modo, nos agregamos à grupos humanos e cada qual tornou-se senhor do grupo escolhido, tais grupos viriam a originar as civilizações, cada qual com sua cultura, costumes e crenças.
Nos dias atuais considero-me o maior e mais forte querreiro de meu clã...
Crêem em lendas e mitos pois são suas únicas fontes de informação, se lhes fosse revelada a verdade que hoje é escondida em mosteiros e catedrais trancados a sete chaves seríamos melhor compreendidos e a perseguição que sempre nos foi movida certamente cessaria. Mas as autoridades se consideram no direito de manipular a palavra do tão bondoso Deus em prol da ordem e do poder, e muita coisa é omitida ou distorcida à humanidade, que por um capricho de seu criador segue à própria sorte em busca desse conhecimento precioso e trancafiado em catacumbas.
Não apenas sobre nós, seres das trevas, referem-se tais escrituras, mas sobre coisas que desestruturariam os alicerces da atual civilização. Mas interesso-me pela minha verdade e a dos da minha espécie e é sobre ela que escrevo.
Quando do desentendimento ocorrido no início dos tempos entre o criador de tudo e todos, o poderoso Deus e o anjo por ele criado, Lúcifer, já nos fazíamos presentes no plano astral, estando no mesmo patamar do anjo rebelde, aquele que, por ganância e até mesmo inocência, decidimos seguir, seduzidos pelas promessas de vitória, com a qual ganharíamos poder e liberdade nunca imaginados. Escolhemos nosso lado na batalha celeste, infelizmente o lado não era o correto, e aprendemos isso ainda hoje.
Éramos algumas centenas a seguí-lo nesse intuito ridículo de sermos senhores de si próprios e do nosso destino, nos julgamos poderosos o bastante para destronar o grande criador... hoje sei o quanto fui idiota em imaginar tal possibilidade, pena na época não ter o conhecimento que hoje tenho.
Mas fomos mais adiante ainda em nossas atitudes idiotas...
Ao ser derrotado e banido do reino de luz e paz eterna, Lúcifer foi arremessado ao covil dos planos inferiores, de onde raramente pode se retirar e de onde se tornaria senhor. O bondoso Deus nos perdoara pois sabia de quão iludidos fomos, de nossa ingenuidade, e decidiu esquecer o que havíamos feito, ou tentado fazer, pois no final de nada fomos capazes contra ele, e permitiu que seguíssemos nossa existência normalmente. Mas nós, os que hoje são denominados vampiros, renegamos esse perdão em nome de nossa lealdade à Lúcifer, nosso irmão astral, não percebemos que estávamos errados e jurando lealdade à ele, sendo com isso expulsos do reino da luz e paz eterna. Ao batermos aos portões do reino de Lúcifer, o que chamam de Inferno, fomos barrados por ele, pois o príncipe das trevas, o irmão a quem éramos leais, não desejava em seu reino anjos fracos e sem poder, alegava ter sido derrotado devido à nossa fraqueza e covardia e não pelo poder infinito do criador, expulsando-nos assim de seu reino e nos amaldiçoando pelo seu próprio erro, que jogava em nossas costas.
Passamos a vagar pelo plano terrestre, em nossa forma hedionda, nos atribuída por Lúcifer como castigo por sua derrota, e ignorados por Deus, que teve em troca do amor que a nós dispensou apenas a indiferença, ainda hoje dou-lhe total razão sob certos aspectos. Sem rumo, sem perspectivas, sem sonhos, a não ser existir dia após dia, esse era nosso destino.
Tomados pela loucura diante de tão terrível situação, alguns irmãos deram cabo à própria existência, pensando assim voltarem ao reino da luz e paz eternas, mas estavam enganados, com isso arremessaram-se ao tormento eterno do qual nenhum dos como eu pôde sair uma vez ter entrado.
A raça humana já habitava o planeta, em seus primórdios de civilidade, e devido à nossa aparência e poder diferenciados dos deles, fomos considerados deuses, alguns mais ferozes, selvagens, outros mais dóceis e racionais, cada um a seu modo, nos agregamos à grupos humanos e cada qual tornou-se senhor do grupo escolhido, tais grupos viriam a originar as civilizações, cada qual com sua cultura, costumes e crenças.
Nos dias atuais considero-me o maior e mais forte querreiro de meu clã...
Estatística
| Total das preciosidades: | 29.515,31 Litros de sangue |
| Vítimas mordidas (link): | 4 |
| Combates: | 211 |
| Vencidos: | 146 |
| Derrotas: | 64 |
| Empates | 1 |
| Ouro ganho: | ~ 8.000,00 ![]() |
| Ouro perdido: | ~ 2.000,00 ![]() |
| Pontos certeiros aplicados: | 14764.81 |
| Pontos certeiros sofridos: | 11120.38 |
As propriedades de Landgruber de Lioncurt:
| Nível da personagem: | Nível 14 |
| Força: | ![]() (34) |
| Defesa: | ![]() (32) |
| Agilidade: | ![]() (32) |
| Resistência: | ![]() (32) |
| Habilidade: | ![]() (32) |
| Experiência: | ![]() (935|980) |
As estatísticas da pagina ancestral Landgruber de Lioncurt
| Desafios tentados: | 0 |
| Desafios bem sucedidos: | 0 |
| Desafios falhados: | 0 |
O guarda de Landgruber de Lioncurt
| Género de guarda: | Cão de Caça |
| Nome do guarda: | Cão de Caça |
| Ataque: | ![]() (10) |
| Defesa: | ![]() (10) |
| Resistência: | ![]() (10) |
Dados do perfil
| Sexo: | masculino |
| Idade: | desconhecido Ano |
| Localidade: | Império Assírio |
| Número ICQ: | --- |
| MSN Messenger: | --- |
| Yahoo Messenger: | --- |
| Nome AIM: | --- |
| Jabber ID | --- |
| Skype ID | --- |
Arena
Landgruber de Lioncurt ainda não atingiu um ranking especial na arena.
Landgruber de Lioncurt criou até agora 2 Vampiros:
| Falkees | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |
| Sir Andrews Makeael | Nível 1 | Preciosidades 0 Litros de sangue |


(34)
(935|980)